segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
SUPER BOWL é no BANDSPORTS!
ABRE DE TRANSMISSÃO
MATÉRIAS FEITAS EM MIAMI
POR PAULO MANCHA
PRÉVIA DA PARTIDA
COM IVAN ZIMMERMAN, SÍLVIO SANTOS JÚNIOR E PAULO MANCHA
21H20
SAINTS x COLTS - AO VIVO
NARRAÇÃO DA PARTIDA: IVAN ZIMMERMAN
COMENTÁRIOS: SÍLVIO SANTOS JÚNIOR e PAULO MANCHA
DIRETO DO ESTÁDIO: THIAGO PERDIGÃO (DO LANCENET)
DURANTE O JOGO, NOSSO DESAFIO ESPECIAL DARÁ 5 EXEMPLARES DO BEST SELLER "JOGANDO POR PIZZA" (A INCRÍVEL HISTÓRIA DE UM QUARTERBACK DA NFL JOGANDO NA ITÁLIA)
IMPERDÍVEL!
O CANAL DE TODOS OS ESPORTES
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Xiiii! Será que é culpa do Mancha???
Olha o que apareceu no relatório de
contusões do New Orleans Saints hoje:
contusões do New Orleans Saints hoje:
Será que é culpa minha?
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Matéria sobre Super Bowl HOJE, direto de Miami
Não percam! Hoje, 19h, no Magazine BandSports, matérias e entrevistas que fiz em Miami com jogadores de Colts e Saints!
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Super Bowl Media Day – parte 3 (final)
E então chegou o dia. Miami, 10 da manhã, depois de passar por uma checagem de segurança digna da Faixa de Gaza, eu e o cameraman Fernando chegamos ao Sports Club Level – o saguão interno do Sun Life Stadium. Parece estádio brasileiro: acarpetado, com minimuseu, memorabília dos Super Bowls disputados em Miami, loja de produtos, lounge, bar...
Antes mesmo de os Colts chegarem, as entrevistas já rolavam. E, believe it or not, um dos mais entrevistados era... eu! Sei lá como, rodou pelo salão que a TV brasileira estava lá. E, na falta de celebridades e jogadores, vai o “exótico repórter tupiniquim” mesmo. Uma TV de New Orleans, uma rádio de Nova York e um website do Mexico queriam saber de mim se eu não tinha me enganado, vindo ao evento do “futebol errado”.
Com toda classe que consegui ter, respondi que o futebol americano está crescendo no Brasil e que, sim, eu sabia muito bem onde estava.
Aliás, cada vez mais acho que a Louisiana é a Bahia dos americanos. A repórter da TV de Nova Orleans não tinha nem de longe aquele ar formal dos yankees em geral e até deu um pulo e um grito no meio da entrevista quando eu disse que no Brasil as pessoas preferiam que os Saints vencessem (chute total meu...).
Chegam os Colts. Cerca de 20 jogadores, todos uniformizados, para facilitar a identificação. Afinal, 90% do tempo nós os vemos com capacetes – ok, todo mundo reconhece Peyton Manning ou mesmo Joseph Addai. Mas você sabe a cara do Kyle DeVan? E do Clint Session? Pois é. E isso vira um problema quando o tempo é escasso e você não pode perder um segundo tentando identificar quem é quem.
Sim, porque o tempo desse Media Day é pra lá de escasso: cada time fica à disposição dos jornalistas por 60 minutos. Acontece que eram mais de 1000 repórteres do mundo todo! Os jogadores mais famosos ficavam numa mesa, numa espécie de tablado elevado. Isso facilita pro cinegrafista, mas impede as entrevistas exclusivas – que são o objetivo do bom repórter. Tinha os outros jogadores, cerca de 10 no caso dos Colts e 20 no caso dos Saints, que ficavam andando pelo salão.
Só que havia sempre meia-dúzia de jornalistas pendurados em cada um! Para quem é de TV, isso se torna um inferno, pois a entrevista exige que você tire todo mundo de perto e fique sozinho com o jogador.
Eu consegui, mas a custo de muita tensão, cara-de-pau, olhares tortos dos colegas e músculos: num determinado momento praticamente dei um tackle no Ryan Diem pra trazê-lo a um ângulo ideal pedido pelo Fernando, o cameraman.
Como tacklear um OL da NFL não é algo que eu faça sempre, fiquei tão nervoso que, na hora de perguntar, me enrolei várias vezes com o inglês. Na coletiva toda minha língua cometeu fumbles. Pior é que eu falo bem o idioma, mas qualquer coisa feita sob pressão tende a desandar; no caso do Media Day, meu “English” virou “Mumblish” – um monte de “ãhhh...mmmm” seguido de gaguejos e alguns erros de concordância... Move on, Paulo, como diria o Sílvio Santos Júnior.
Bom, as entrevistas e matérias vocês poderão ver a partir desta quinta-feira, no Magazine BandSports, nos jornais do BandSports e na abertura da transmissão do Super Bowl domingo. Em todas as exclusivas, fiz sempre uma pergunta de tática e outra mais genérica.
Apenas um aperitivo das “genéricas”:
- O “menino” Garret Hartley, kicker dos Saints, contando sobre sua carreira de goleiro antes da NFL.
- O “gente-boa” Pierre Garçon, WR do Colts, falando emocionado do Haiti.
- O “turista” Sedrick Ellis, DT dos Saints, falando sobre sua vontade de vir ao Brasil (me pegou pra guia turístico antes mesmo da entrevista – ele que MESMO ir ao Nordeste).
- O “figuraça” Pat MacCafee, punter dos Colts, falando que não fará tricky plays (não acreditei...) e depois solltando um "Brazil! Super Bowl no BandSports!"
- O “bravo” Raheem Brock, DE dos Colts, explicando como a defesa se adaptará caso Dwight Freeney não jogue.
- O “japonês-alemão” Scott Fujita, LB dos Saints, pedindo a torcida da colônia japonesa de São Paulo...
Alguns dados interessantes que todo mundo divulgou por aqui nos EUA:
- Das 128 perguntas feitas a Dwight Freeney, 96 eram sobre seu tornozelo.
- Darren Sharper não sabia se o Manning dos Colts era o Peyton ou o Eli e justificou: “Eu confundo até os meus próprios irmãos”
- Peyton Manning disse: “I am not superstitious… maybe ‘a little-titious’… Uh, that’s a bad joke… Eli gave it to me!”
- Chad Ochocinco estava lá com sua emissora, a OCNN (Ocho Cinco News Network)
E outros que só eu vi:
- Fiquei exatos 8 minutos esperando o Robert Meachem desligar o celular (ligação pessoal, pelo que percebi) para entrevistá-lo. Desisti. O cara é muito metido.
- Sean Payton deu uma bronca “de leve” na imprensa porque havia vários jogadores do time de especialistas vagando sozinhos pelo lounge, abandonados pelos jornalistas. “Those guys can decide a match on a kick return, remember that...”, disse o técnico dos Saints;
- Os Colts estão muito confiantes, mas os Saints mostram mais empolgação e alegria.
- Os Colts estão muito confiantes, mas os Saints mostram mais empolgação e alegria.
- No meio da confusão, pisei no pé do WR Lance Moore. Por alguns segundos, fiquei com medo de ter causado uma lesão, tirado ele do Super Bowl e, com isso, ter mudado a história do futebol americano. Felizmente, foi só viagem da minha cabeça neurótica. Ele nem percebeu.
É isso!
PS de curiosidade: estou fazendo este post na Sala VIP da Delta, em Nova York, esperando pelo voo para o Brasil. Logo ao chegar, dou de cara com um garoto vestindo uma jersey dos Saints. Até aí, nada de anormal, estamos nos EUA, certo? Só que, no caso, trata-se de um brasileiro, Lucas, que está viajando com os pais. E ele torce mesmo pelos Saints! Quais as chances de uma coincidência assim? Não acredito em sobrenatural, mas que as bruxas de New Orleans estão fazendo um bom trabalho pelos Saints, ah, isso estão!
PS de curiosidade: estou fazendo este post na Sala VIP da Delta, em Nova York, esperando pelo voo para o Brasil. Logo ao chegar, dou de cara com um garoto vestindo uma jersey dos Saints. Até aí, nada de anormal, estamos nos EUA, certo? Só que, no caso, trata-se de um brasileiro, Lucas, que está viajando com os pais. E ele torce mesmo pelos Saints! Quais as chances de uma coincidência assim? Não acredito em sobrenatural, mas que as bruxas de New Orleans estão fazendo um bom trabalho pelos Saints, ah, isso estão!
Super Bowl Media Day – parte 2
Vou começar pelo fim. O vídeo abaixo é da festa oferecida pela NFL aos jornalistas que estão cobrindo o Super Bowl. Espetacular...
ATENÇÃO: ESTE VÍDEO NÃO DEVE SER ASSISTIDO POR PESSOAS COM PROBLEMAS CARDÍACOS E POR NAMORADAS CIUMENTAS (principalmente a minha!)
Nesta quarta feira eu posto aqui a parte "séria" da coiisa, ou seja, como foram as entrevistas com os jogadores no Media Day.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Super Bowl Media Day – parte 1
Estou em Miami (Fort lauderdale, na verdade) e começo esclarecendo que não vou ficar aqui até o Super Bowl. Faço a matéria nesta terça, no Media Day (entrevista coletiva de Saints e Colts) e volto a São Paulo na quinta. Não houve como o BandSports viabilizar a cobertura e a transmissão do jogo direto de Miami este ano – vocês não têm ideia da fortuna que custa isso. Mas ano que vem... Bom, vamos guardar as surpresas.
Eu não estou nem um pouco triste de ter que voltar antes do Super Bowl. Não era nem para eu estar aqui cobrindo o Media Day. Isto é um “dream come true”. Num lance de muita sorte, fui escalado pela editora de revistas onde trabalho para fazer uma matéria em Nova York. Bastou Adiar um dia a volta e dar um pulinho em Miami para ao menos sentir o clima do Super Bowl, ver e falar de perto com jogadores, técnicos e jornalistas.
E assim foi. Após quatro dias de reportagem em uma congelante Nova York, para a revista Próxima Viagem, peguei um voo em La Guardia, entrei em “football mode on” e cheguei às 15h40 desta segunda no aeroporto de Fort Lauderdale, na chuvosa Flórida.
Nem bem desci do avião, já dei de cara com faixas e cartazes do Super Bowl para todos os lados. Vocês devem estar perguntando: “Fort Lauderdale? O Super Bowl não é em Miami?” Bem, coisas de Estados Unidos: o estádio fica em Miami Gardens, um subúrbio de Miami que está muito mais próximo ao aeroporto e à zona hoteleira de Fort Lauderdale do que da própria Miami. Por isso, tudo está aqui em FLL: o centro de imprensa, os hotéis onde Colts e Saints se hospedaram, centro de treinamento...
Chove muito (me lembrou até SP...) e faz até um certo calor aqui na região de Miami, pelo menos se comparado aos 13 graus negativos que peguei em Nova York anteontem. Voei pegar minhas credenciais no Centro de Imprensa, pois sabia que às 18h haveria uma coletiva dos Colts no hotel onde estão, o Marriot Beach. O Saints havia feito o mesmo um pouco mais cedo, enquanto eu ainda estava em voo.
Fiquei impressionado com a quantidade de faixas, cartazes e referências ao Super Bowl. Até lanchonetes exibem suas promoções “Super Bowl Special Breakfast” e coisas do tipo. O Centro de Imprensa fica no Centro de Convenções de Fort Lauderdale e é enorme, com áreas paras TVs, rádios, revistas e jornais. Muito legal entrar lá e dar de cara com Marshall Faulk e outras figurinhas carimbadas que trocaram os campos pelas câmeras. Aliás, tenho o tempo todo que ficar me policiando e não sair do papel de jornalista, coisa difícil pra quem, acima de tudo, é um amante desse esporte.
Num dos ônibus que transporta o pessoal entre o Centro de Imprensa e os hoteis, conheci duas figuras. A primeira foi Mike, um grandalhão que cobre futebol americano para o Pentágono e para a Armed Forces Network (AFN) a emissora que mostra os jogos aos soldados americanos espalhados pelo mundo. O cara disse que pretende passar lua-de-mel no Brasil, mas não sabe onde exatamente. Eu resolvi o problema dele: fale de Natal, da base aérea de Parnamirim (a maior base americana fora do seu próprio território durante a Segunda Guerra Mundial) etc. etc. etc.. Se nçao se convenceu, ao menos ficou muito surpreso, inclusive quando eu disse que ele veria a galera jogando football na praia...
Também conheci outra figuraça: Mia, apresentadora de um programa na WFAN, a rádio de esportes mais famosa de Nova York. Percebendo minha total “virgindade” em coberturas de Super Bowl, ela parou tudo o que estava fazendo para me dar um monte de dicas. Aliás, assim como ela, outra americana – esta da organização - veio me ajudar espontaneamente quando eu estava perdido tentando entender o roteiro dos transportes entre o Centro de Imprensa e os hotéis dos times. Chegou perguntando em português: “Você é brasileiro, né? Pera aí que vou te levar ao ponto de embarque” Pois é, nem todo americano é xenófobo ou olha só para o próprio umbigo.
Tá, mas e o football? E o Super Bowl? Bem, cheguei ao Marriot Beach às 18h01 – e, claro, a entrevista dos Colts já havia começado, pontualmente. Jim Caldwell falava num grande auditório, enquanto num salão adjacente, davam entevistas a pequenos grupos de jornalistas o CB Kelvin Hayden, o DT Daniel Muir, o RB Joseph Addai, o LB Gary Brackett e o OT Rian Diem. Todos eles impecavelmente trajados com paletó e gravata – exceto por Joseph Adday, que lançou nova moda: camiseta surrada, calção e... meia social preta com sapatos! Vai entender...
Assisti boa parte da entrevista de Jim Caldwell, que é um cara muito comedido e, por isso, até um pouco desinteressante. Ele nitidamente “escondeu o leite” e enrolou nas perguntas mais capciosas, como o que será do pass rush sem Dwight Freeney ou como a chuva (sim, tá chovendo muito!) pode mudar o game plan do time.
No salão, alguns jogadores também eram bem “vaselina”, como Kelvin Hayden e mesmo o Joseph Addai. Respostas bem óbvias e muito cuidado pra não entregar o ouro nas perguntas específicas. Em certo momento, um jornalista questionou a Addai se ele preferia jogadas pelo meio da DL dos Saints ou se seria mais fácil fazer o sweep. Addai começou a falar e, de repente, travou. Parou e concluiu com uma obviedade: “hmmm it’s gonna be tough anyway.”
Já o Rian Diem soltou o verbo. Perguntei se a chuva torrencial atrapalhava de alguma forma os eventuais ajustes que a OL dos Colts tivesse que fazer em treinos esta semana visando deter a defesa dos Saints. Ele respondeu bem metidão: “Não precisamos ajustar mais nada, nossa linha já sabe tudo o que deve fazer...”
Uma resposta curiosa veio quando pedi que comparasse os métodos de treinamento de Jim Caldwell e Tony Dungy. Ele soltou que Caldwell é um “Power Point freak”. Dungy falava e conversava muito, já Caldwell tem uma apresentação de Power Point para qualquer coisa que queira mostrar ou dizer ao time. Não há um dia que o time não se reúna para as “aulas” com o professor Caldwell...
Uma resposta curiosa veio quando pedi que comparasse os métodos de treinamento de Jim Caldwell e Tony Dungy. Ele soltou que Caldwell é um “Power Point freak”. Dungy falava e conversava muito, já Caldwell tem uma apresentação de Power Point para qualquer coisa que queira mostrar ou dizer ao time. Não há um dia que o time não se reúna para as “aulas” com o professor Caldwell...
Por falar nele, depois de sua entrevista, quem ocupou o auditório foi, claro, Peyton Manning. Muito bem humorado, fez a platéia de jornalistas rir quando disse que vir ao Pro Bowl (ele foi obrigado ela NFL a comparecer ao estpadio domingo passado) foi bacana porque “a comida no voo estava boa, encontrei meia dúzia de amigos e ganhei 45 mil dólares para não fazer nada...”
Quando falou sério, disse coisas bem interessantes. Sobre a no huddle offense, fez questão de dizer que ela funciona nos Colts não graças a qualquer tipo de “genialidade” dele próprio, mas sim porque o huddle acontece, na prática, na sideline, quando a defesa está em campo. Ele passa o tempo todo conversando como Wayne, Garçon, Clark e Adday, pedindo sugestões. E foi muito direto ao dizer: “E eu não aceito que eles me respondam com algo óbvio como: ‘estou desmarcado’ ou ‘quero mais a bola’. Eu quero que me digam que fragilidades estão sentindo nos DBs adversários, que rotas podem ser mais efetivas, onde estão precisando de um bloqueio melhor...” Ou seja, Peyton Manning não apenas é um gênio como também inspira e estimula a genialidade nos seus companheiros durante o jogo.
Bom, tem muito mais. Mas agora preciso me preparar para o grande dia da coletiva no estádio, com câmera e tudo. Wish me luck, guys!
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
USA, here I go!
Amigos, estou de saída para os EUA. Vou primeiro a Nova York e , depois, a Miami, para participar do Media Day - a grande entrevista coletiva oferecida pelos times que vão ao Super Bowl, no próprio estádio onde a partida será jogada.
O Media Day será na terça-feira, dia 2. Volto a SP na quinta-feira, dia 4 e dia 7, comento o Super Bowl ao lado de Ivan Zimmerman e Sílvio Santos Júnior.
Fiquem ligados neste blog e no meu twitter (ManchaNFL) pelos próximos dias. Eu vou atualizar constantemente, contando como está o clima lá nos EUA, o que está sendo falado etc..
E devo entrar ao vivo, por telefone, nos programas Magazine BandSports (segunda e quarta, 19h) e BandSports Football (terça 19h) da semana que vem.
Também rolarão matérias com imagens e tudo do Sun Life Stadium (antigo Landshark Stadium).
É isso, pessoal. Wish me luck (com 8 graus abaixo de zero em NY, eu vou precisar... risos!)
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Resposta do Desafio NFL Bandsports - 24/1
PERGUNTA: Quem batizou o Vikings com esse nome e qual a razão?
Resposta: Bert Rose (o primeiro general manager do time), para representar agressividade, desejo pela vitória e devido a grande presença de imigrantes escandinavos na região de Minnesota.
Acertadores:
1-Vinicius Andrade [camisa Steamrollers]
2-Luis Carlos Marini [adesivo]
3-Diego Henrique Terto [adesivo]
4-Josemar Moura [adesivo]
5-Ícaro Lobo [adesivo]
domingo, 24 de janeiro de 2010
Prêmios do Desafio NFL de hoje
Amigos fãs de futebol americano, o vencedor do Desafio NFL de hoje poderá escolher entre esses prêmios (clique na foto para ver maior):
1 Camisa Corinthians Steamrollers (mas sem Sabrina Sato!)
2 T-shirt Corinthians Steamrollers (Sérgio Patrick não incluído!)
3 T-shirt Foz do Iguaçu Black Sharks
4 Camisa Palmeiras Locomotives Feminino
5 T-shirt São Paulo Storm
6 Boné São Paulo Storm
Do 2º ao 5º, os acertadores ganham o adesivo:
E não esqueça: ao responder, coloque a palavra "desafio" no assunto da mensagem.
E, se possível, já envie seu endereço completo (com CEP) e diga qual prêmio gostaria de levar caso seja o 1º acertador.
BOA SORTE!
sábado, 23 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Resposta do Desafio NFL Bandsports - 17/1
Resposta: O cornerback Mike Jenkins (22/3/1985 Neuenburg, Alemanha)
Acertadores:
1-Rafael Pontilho - Taboão Da Serra-SP [levou a camisa]
2-Danilo de Macedo Coelho [adesivo]
3-Pedro Augusto - Paranaguá/PR [adesivo]
4-Felipe Guimarães de Botafogo , RJ [adesivo]
5-André Costa [adesivo]
domingo, 17 de janeiro de 2010
Será que a história se repete?
Com a vitória inesperada contra o San Diego Chargers, o New York Jets vai para a final de conferência, enfrentar o Indianapolis Colts domingo que vem.
Mas antes mesmo de o jogo acabar, eu ja estava ouvindo de muita gente frases como: "Ah, mas contra o Colts não há chance nenhuma..." ou "Peyton Manning é imbatível..."
Bom... há exatos 41 anos, em janeiro de 1969, os Colts tinham um QB qualificado como imbatível - Johnny Unitas - e enfrentaram os Jets numa final em que 90% das pessoas davam comno certa a vitória do time de Baltimore (só em 1984 foi para Indianapolis).O favoritismo era tanto que irritou o QB dos Jets, Joe Namath, e ele proferiu uma bravata: "Nós vamos ganhar dos Colts. Eu GARANTO!"
Ele cumpriu a promessa. No final, os desacreditados Jets venceram o Super Bowl III por 16 a 7, numa das maiores surpresas da história da NFL.
Como vocês vêem, o cenário é bem parecido... Não estranhem se Mark Sanchez soltar um "I GUARANTEE!" durante esta semana.


















